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  <updated>2026-03-31T19:12:57Z</updated>
  <dc:date>2026-03-31T19:12:57Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da comunicação interprofissional em unidades de terapia intensiva em um hospital de referência do estado de Pernambuco</title>
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      <name>Miranda, Pedro Henrique Ramos Goes de</name>
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    <updated>2025-12-02T10:17:45Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação da comunicação interprofissional em unidades de terapia intensiva em um hospital de referência do estado de Pernambuco
Authors: Miranda, Pedro Henrique Ramos Goes de
Abstract: Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é um ambiente caracterizado pela alta complexidade e necessidade constante de atenção especializada onde a comunicação eficaz entre os profissionais é crucial para a segurança e bem-estar dos pacientes. A rotina de trabalho é intensa e envolve a troca de informações complexas e a presença de tecnologia avançada e a necessidade de tomar decisões rápidas aumentam a possibilidade de falhas na comunicação. Constata-se, assim, a necessidade de comunicação mais assertiva, com articulação efetiva entre os profissionais para melhor segurança e qualidade do cuidado. Objetivo: Avaliar a comunicação interprofissional na perspectiva da segurança do paciente em Unidades de Terapia Intensiva de Perfil Geral Adulto do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira - IMIP. Métodos: Pesquisa avaliativa, com abordagem quantitativa, do tipo Survey  realizada nas três UTIs de Perfil Geral Adulto do IMIP. A população do estudo foi constituída pelos 90 profissionais das equipes interprofissionais. Para a coleta de dados foi utilizado o questionário: Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC), com foco nas dimensões relacionadas à comunicação da equipe interprofissional: a) Trabalho em equipe dentro das unidades; b) Abertura da comunicação; c) Feedback das informações e da comunicação sobre erro; e) Trabalho em equipe entre as unidades; f) Passagens de plantão/turno e transferências internas; g) Percepção geral da segurança do paciente; h) Frequência de eventos notificados. O instrumento foi disponibilizado online para os respondentes. Os dados foram processados em planilha Microsoft Excel e Software IBM SPSS. Utilizou-se medidas de estatística descritiva e utilização da escala de Likert com pontuação de 1 a 5: “discordo totalmente” (1), “não concordo nem discordo” (3) e “concordo totalmente” (5). As respostas foram classificadas em positivas, neutras e negativas e a seguinte categorização para comunicação  da equipe interprofissional: Dimensão forte: 75% ou mais de respostas positivas; Dimensão neutra: acima de 50% e menor que 75% de respostas positivas; Dimensão frágil: 50% ou menos de respostas positivas. Resultados:  Foram observados pontos positivos, como a valorização das relações interpessoais, o respeito mútuo e a cooperação no trabalho em equipe dentro das unidades. Contudo, foram identificadas fragilidades na comunicação interprofissional relacionadas à cultura de segurança do paciente nas UTIs avaliadas. A análise das dimensões revelou que a dimensão “Trabalho em equipe dentro das unidades”, com 62,2% de respostas positivas, foi classificada como neutra, evidenciando certo reconhecimento da colaboração entre os profissionais, mas ainda aquém do nível considerado área de força (≥75%). Em contrapartida, todas as demais dimensões apresentaram percentuais iguais ou inferiores a 50% de respostas positivas, sendo, portanto, classificadas como frágeis. Entre elas destacam-se: Abertura para comunicação (39,5%), Feedback sobre erro (46,2%), Trabalho em equipe entre as unidades (42,1%), Passagens de plantão/transferências internas (38,7%), Percepção geral de segurança do paciente (48,9%) e Frequência de eventos notificados (41,7%). Esses resultados evidenciam uma percepção de insegurança em relação às práticas institucionais, especialmente em áreas críticas como o diálogo aberto, a devolutiva sobre os erros e a integração intersetorial, apontando para barreiras que comprometem a efetividade da comunicação e, consequentemente, a consolidação de uma cultura de segurança sólida. Conclusão: A avaliação revelou que, nas UTIs de Perfil Geral Adulto, a comunicação interprofissional ainda apresenta fragilidades, predominando percepções neutras ou negativas quanto à segurança do paciente. Tal cenário reforça a importância de fortalecer estratégias que incentivem a notificação de eventos adversos e a discussão de melhorias, capazes de equilibrar a responsabilidade individual e organizacional, promovendo um ambiente mais seguro para o cuidado ao paciente crítico. Este estudo contribui para os serviços avaliados ao destacar a necessidade de fortalecer políticas de capacitação interprofissional, implementar protocolos de comunicação padronizados e promover uma cultura não punitiva. Tais intervenções devem ser direcionadas para a melhoria contínua da comunicação, a integração entre as unidades e a criação de canais eficazes de feedback e notificação de eventos adversos. O estudo oferece subsídios para aprimorar a prática assistencial, alinhando-se aos princípios do Sistema Único de Saúde, promovendo um modelo assistencial mais seguro e eficiente. O fortalecimento da comunicação interprofissional pode, assim, transformar o cuidado nas UTIs, reduzindo a ocorrência de eventos adversos e consolidando uma cultura de segurança mais sólida.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise da implantação da atenção primária à saúde em unidades básicas de saúde prisional na região de saúde de Pernambuco</title>
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    <author>
      <name>Cruz, Suelen D’Andrada</name>
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    <id>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1143</id>
    <updated>2025-11-18T10:24:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Análise da implantação da atenção primária à saúde em unidades básicas de saúde prisional na região de saúde de Pernambuco
Authors: Cruz, Suelen D’Andrada
Abstract: Introdução: As pessoas privadas de liberdade (PPL) estão expostas a um maior risco de adoecimento e morte decorrentes da situação de confinamento. O cuidado à saúde para essa população tem como base políticas de atenção integral à saúde no sistema prisional e de Atenção Primária à Saúde (APS). Objetivo: analisar o grau de implantação da Atenção Primária Prisional (APP) e sua relação com o contexto político-organizacional em duas Unidades Básicas de Saúde prisional (UBSp) da I Região de Saúde de Pernambuco. Método: pesquisa avaliativa do tipo análise de implantação no seu componente Ib, mediante um estudo de casos múltiplos. Como meio para compreensão da intervenção e definição de critérios, indicadores e padrões foram elaborados, respectivamente, o Modelo Teórico-lógico (MTL) e a Matriz de Análise e Julgamento (MAJ). Para os fatores contextuais foi construída uma matriz utilizando as categorias do triângulo de governo de Matus: projeto de governo, capacidade de governo e governabilidade. As técnicas utilizadas para coleta de dados foram entrevistas semiestruturadas, análise de documentos, observação direta não participativa, análise de sistemas de informações e instrumentos de monitoramento das informações relativos às PPL. Resultados: O GI das Unidades Básicas de Saúde Prisional (UBSp) avaliadas foi classificado como “parcialmente implantado”, destacando-se que na dimensão estrutura o componente “recursos materiais” esteve “implantado” na UBSp do Presídio Aspirante Marcelo Francisco de Araújo (UBSp PAMFA) e os “recursos logísticos” esteve “não implantado” na UBSp do Presídio Frei Damião de Bozzano (UBSp PFDB). Na dimensão processo, o componente “atenção à saúde” obteve classificação “implantado” nos subcomponentes “integralidade” e “coordenação do cuidado” nas duas UBSp; enquanto a subdimensão “orientação familiar e comunitária e competência cultural” não pontuou nos dois casos. Já o componente “vigilância em saúde” apresentou-se como “não implantado” na UBSp PAMFA e “incipiente” na UBSp PFDB. O contexto político-organizacional demonstrou-se “desfavorável” em duas categorias de análise (projeto de governo e governabilidade) e “pouco favorável” para a capacidade de governo. As categorias do triângulo de governo de Matus são interrelacionadas e, ao mesmo tempo, bem diferenciadas e, nesse estudo, foi possível relacioná-las com o GI das unidades de saúde selecionadas. Conclusão: As UBSp apresentaram GI semelhantes na maioria dos componentes e subcomponentes em um contexto-político organizacional predominantemente desfavorável. Tais achados demonstram a relevância da análise do político-organizacional como fator explicativo para compreensão do nível de implantação e, por consequência, e para direcionar as tomadas de decisão de modo assertivo e fundamentada por informações científicas válidas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do processo de implantação do laboratório da marcha em hospital de referência do estado de Pernambuco</title>
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      <name>Mendonça, Daniel Antas de Melo</name>
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    <id>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1142</id>
    <updated>2025-11-17T10:46:02Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação do processo de implantação do laboratório da marcha em hospital de referência do estado de Pernambuco
Authors: Mendonça, Daniel Antas de Melo
Abstract: Introdução: A assistência à pessoa com deficiência no Brasil é aperfeiçoada a partir das discussões sobre direitos humanos e legislações públicas, implantação da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, habilitação dos Centros Especializados em Reabilitação (CER) e oficinas ortopédicas incorporadas ao Sistema Único de Saúde. Reabilitar a deambulação necessita de variadas técnicas, sendo o laboratório de marcha uma ferramenta que possibilita redução no tempo de tratamento e gastos com cirurgias, dispensação de órteses, próteses e materiais especiais. Embora o primeiro laboratório de marcha tenha sido implantado no Brasil (São Paulo/SP) há mais de uma década (2008) e outro serviço em 2020 na região nordeste (Salvador/BA), são escassos estudos avaliativos com foco na implantação de tais serviços. Objetivo: Avaliar o processo de implantação do laboratório de avaliação e reabilitação da marcha em um hospital de referência do estado de Pernambuco. Métodos: Trata-se de uma pesquisa avaliativa, de análise de implantação, realizada por meio de estudo de caso único no laboratório de marcha do CER IV do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIP, em Recife-PE. Foram elaboradas três modelizações da intervenção, correspondentes às etapas I, II e III, além de uma matriz de análise e julgamento com indicadores quantitativos para cada componente do modelo (assistência à saúde e gestão), segundo as dimensões de estrutura e processo. A coleta de dados foi realizada no período de setembro a outubro de 2024, por meio de análise documental, observação direta do serviço e entrevistas com profissionais e usuários. Para os dados quantitativos, utilizou-se um checklist conforme a matriz de análise e julgamento – itens de estrutura e processo. Para a obtenção dos dados qualitativos, foram utilizados roteiros semiestruturados para entrevistas com profissionais e usuários sobre o processo de implantação, experiência com o laboratório, satisfação e expectativas. Para a análise dos dados quantitativos, empregaram-se medidas de frequências simples e absolutas; para os dados qualitativos, utilizou-se análise descritiva e interpretativa. Resultados: Na fase de concepção do laboratório, observou-se coerência técnica, embora com fragilidades no planejamento, ausência de fluxos formais de encaminhamento e limitações na previsão de recursos básicos e adequações para o público pediátrico. Na execução, o desempenho global foi de 80%, com melhor resultado na assistência (92,9%) e menor na gestão (76%). Apesar da sobrecarga da equipe e da ausência de regulação efetiva, destacaram-se inovações como o uso de protocolos,&#xD;
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atendimentos em grupo, integração de residentes e forte engajamento dos usuários. Já no pós-financiamento externo, houve retração do escopo assistencial e redução da equipe, mas também esforços institucionais para reorganização dos fluxos, continuidade do serviço e inserção da formação profissional como estratégia de sustentabilidade. Conclusões: A implantação revelou relevância da intervenção e desafios à sua sustentabilidade. Reforça-se a necessidade de integração com o SUS, estruturação de protocolos e financiamento contínuo, além da criação de diretrizes nacionais que consolidem os laboratórios de marcha como parte estratégica da rede de reabilitação.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Influência das ações educacionais da estratégia da planificação da atenção à saúde no processo de trabalho na região de saúde em Caxias - Maranhão, 2022</title>
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    <author>
      <name>Silva, Penelopes de Albuquerque</name>
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    <id>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1141</id>
    <updated>2025-11-13T18:45:14Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Influência das ações educacionais da estratégia da planificação da atenção à saúde no processo de trabalho na região de saúde em Caxias - Maranhão, 2022
Authors: Silva, Penelopes de Albuquerque
Abstract: Introdução: Diante da necessidade de garantir cobertura assistencial integral, resolutiva e de qualidade, a reconfiguração do modelo de atenção à saúde torna-se estratégica para enfrentar os desafios históricos do Sistema Único de Saúde (SUS), notadamente o subfinanciamento e as desigualdades regionais e sociais. Nesse contexto, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde propõe a Planificação da Atenção à Saúde (PAS) como instrumento de organização da gestão e do financiamento do SUS. A Atenção Primária à Saúde é reafirmada como eixo estruturante do novo modelo assistencial, sendo essencial para a consolidação de um sistema equânime, universal e com impacto positivo nos indicadores de saúde. Objetivo: Avaliar como as ações educacionais da Estratégia PAS influencia no processo de trabalho na atenção à saúde na percepção dos gestores, facilitadores, tutores, profissionais da Atenção Primária à Saúde e Atenção Ambulatorial Especializada e usuárias na região de saúde de Caxias - Maranhão, 2022. Método: Trata-se de uma pesquisa avaliativa com abordagem qualitativa a partir da base de dados da Pesquisa Efetiva PAS, 2020. Escutadas as entrevistas e realizado a leitura na íntegra das entrevistas transcritas, semiestruturadas através de roteiros aplicadas aos vinte profissionais e duas usuárias. A análise dos discursos foi realizada de forma manual e organizada em categorias que foram criadas de forma mista, provenientes do marco teórico e emergidas da escuta e leitura das entrevistas da Pesquisa Efetiva PAS, tendo como base o referencial teórico proposto por Eugenio Vilaça Mendes e por Abbad. Aspectos éticos: A pesquisa foi submetida e aprovada no Comitê de Ética em Pesquisas sobre Seres Humanos do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIP em dezembro de 2024, sob o CAAE: 85106224.6.0000.5201. Resultados: Os resultados evidenciaram que as ações educacionais da PAS promoveram processos de aprendizagem transformadores, com fortalecimento da educação permanente em serviço, consolidação de práticas clínicas e gerenciais alinhadas aos princípios da integralidade, longitudinalidade e coordenação do cuidado. No entanto, a baixa integração da atenção hospitalar foi apontada como limitações à efetividade da estratégia. Conclusão: O estudo evidenciou aspectos que não poderiam ser revelados por abordagens de cunho positivista. Esse enfoque pode estar elucidando que a Estratégia PAS tem potencial estruturante no contexto das Redes de Atenção à Saúde. Entretanto, a estratégia requer ajustes operacionais e sustentação político-institucional para consolidação e ampliação no SUS.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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