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    <title>DSpace Community: Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do IMIP.</title>
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    <description>Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do IMIP.</description>
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  <item rdf:about="http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1216">
    <title>O pediatra frente à alienação parental: desenvolvimento e validação de roteiro de vídeo educativo fundamentado no referencial teórico de Paulo Freire</title>
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    <description>Title: O pediatra frente à alienação parental: desenvolvimento e validação de roteiro de vídeo educativo fundamentado no referencial teórico de Paulo Freire
Authors: Magalhães, Maria Valéria de Oliveira Correia
Abstract: Introdução: A alienação parental (AP) é considerada uma forma de violência psicológica praticada por um dos genitores, ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua guarda ou vigilância, para que rejeite ou cause prejuízo à manutenção de vínculos com o outro genitor ou responsável. O pediatra ocupa posição privilegiada na identificação precoce e encaminhamento de situações de risco, porém necessita formação específica, visando compreender o fenômeno da AP e suas implicações éticas e legais. O referencial de Paulo Freire oferece um caminho teórico-metodológico para a transformação humanizadora das práticas profissionais, viabilizando consciência crítica, educação libertadora e praxis em prol da humanização. Objetivo: Analisar a atuação do pediatra frente à AP para desenvolvimento e validação de conteúdo de roteiro de vídeo educativo fundamentado no referencial teórico de Paulo Freire. Método: estudo metodológico para desenvolvimento e validação de conteúdo de roteiro de vídeo que será direcionado aos pediatras. A perspectiva qualitativa fundamentou-se no paradigma pós-positivista sociológico, com abordagem teórico-metodológica baseada no referencial de Paulo Freire. O estudo foi desenvolvido em três etapas.  Na primeira etapa foram utilizados questionários disponibilizados por plataforma digital; os pediatras foram contatados utilizando a técnica “bola de neve” e responderam questionário contendo informações sociodemográficas e questões considerando o reconhecimento, a ação e a antevisão frente a duas situações clínicas de AP, em serviço privado e público. Na segunda etapa, foi realizado grupo focal em ambiente virtual síncrono, com diferentes profissionais com expertise e vivência no contexto da AP, que realizaram a problematização das respostas dos pediatras, identificando temas geradores, e contribuindo para a elaboração de fluxograma de conduta e do roteiro do vídeo educativo.  A análise de conteúdo temática de Bardin, com auxílio do software IRaMuTeQ, foi utilizada nas duas primeiras etapas. A terceira etapa correspondeu à elaboração e validação de conteúdo do roteiro do vídeo educativo.  Os integrantes do grupo focal foram novamente convidados para atuarem como juízes especialistas, e através de plataforma digital eletrônica, responderam o Instrumento de Validação de Conteúdo Educativo em Saúde (IVCES) para o cálculo do Índice de Validade de Conteúdo (IVC) e forneceram observações sobre o roteiro do vídeo. Resultados: Três manuscritos foram elaborados.  O primeiro manuscrito analisou as respostas dos 89 pediatras respondentes ao questionário: média de idade 47,8 ± 11,7; do sexo feminino (92,1%); coabitação com companheiro/a (75,3%); tinham filhos (74,2%); e atuavam em serviços público/privados (50,6%) e exclusivamente em públicos (39,3%). Da análise temática das respostas dos pediatras interpretou-se que: houve reconhecimento de AP para a maioria dos pediatras diante dos cenários privado e público; a ação no cenário privado incluiu predominantemente medidas educativas, enquanto no cenário público houve predominante acionamento da rede de proteção às crianças e adolescentes vítimas de violências; os pediatras demonstraram dificuldades de antever contextos potenciais de AP.  O segundo manuscrito analisou as contribuições de um grupo focal interprofissional da rede de proteção frente às situações-limites encontradas nas respostas dos pediatras ao questionário da primeira etapa do estudo. O grupo contribuiu com a elaboração de um fluxograma de conduta para enfrentamento da AP e com o conteúdo do roteiro do vídeo educativo. O terceiro manuscrito abordou a elaboração do roteiro do vídeo educativo e sua validação de conteúdo. O IVC total e por domínio foram superiores a 80%, com exceção do item de extensão do roteiro, considerada elevada, mas ajustada pelos pesquisadores para uma duração de cerca de 20 minutos do vídeo a ser produzido. Conclusão:  Os pediatras parecem enfrentar fragilidades conceituais e operacionais para o manejo adequado de situações de AP, especialmente no setor privado e no que diz respeito aos aspectos preventivos de antever potenciais contextos de AP. A abordagem do referencial de Paulo Freire no estudo contribui para a construção coletiva de saberes práticos, sintetizados em quadros operacionais e no roteiro do vídeo educativo, o qual será produzido com intuito de ser utilizado como ferramenta de apoio técnico e ético à atuação pediátrica. As limitações do estudo por etapa incluem no seguimento quantitativo da primeira etapa, a amostragem por conveniência e sem cálculo amostral, o que restringiu a possibilidade de generalização dos resultados. Na segunda etapa, a ausência de um conselheiro tutelar e de professores da rede escolar é parcialmente suprida pelas experiências compartilhadas pelos participantes. Na terceira etapa, a participação exclusiva dos integrantes do grupo focal no painel de juízes direcionará a produção do vídeo às contribuições destes na segunda etapa da pesquisa. As dificuldades e fragilidades identificadas na pediatria no cenário da AP precisam ser compreendidas como desafios históricos superáveis a partir da articulação interprofissional e intersetorial, em consonância com o Princípio do Melhor Interesse da Criança e do Adolescente.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1213">
    <title>Vivência(s) do luto não reconhecido pelos profissionais paliativistas: um estudo qualitativo em um hospital escola de Pernambuco</title>
    <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1213</link>
    <description>Title: Vivência(s) do luto não reconhecido pelos profissionais paliativistas: um estudo qualitativo em um hospital escola de Pernambuco
Authors: Galvão, Maria Eduarda Chaves de Mendonça
Abstract: Introdução: O luto é um processo universal e singular de elaboração de perdas significativas, que se manifesta de forma emocional, relacional e simbólica. No contexto da saúde, especialmente nos Cuidados Paliativos, os profissionais lidam continuamente com rupturas profundas de vínculo, vivenciando o sofrimento diante da morte dos pacientes. No entanto, essas perdas nem sempre são legitimadas pelo próprio profissional, social ou institucionalmente, caracterizando o que se denomina luto não reconhecido (disenfranchised grief). Trata-se de um sofrimento silenciado, vivido muitas vezes no íntimo dos profissionais, que, apesar da dor, retornam rapidamente às funções assistenciais sem espaço para expressão ou elaboração. A literatura ainda é incipiente sobre esse fenômeno, sobretudo no cenário brasileiro, o que torna urgente a escuta dessas vivências e a construção de estratégias que promovam o cuidado também de quem cuida. Objetivo: Analisar a(s) vivência(s) do luto não reconhecido por profissionais de Cuidados Paliativos em um Hospital escola. Métodos: O desenho do estudo se deu em duas etapas: 1. Estudo de natureza qualitativa, de cunho descritivo e analítico. 2. Criação de um produto técnico educacional, sendo este um guia de orientações com base no modelo ADDIE, a partir dos resultados do estudo qualitativo. Essa pesquisa foi realizada em uma enfermaria de Cuidados Paliativos de um Hospital escola de Pernambuco. O período do estudo ocorreu entre Fevereiro de 2023 e Maio de 2025. A coleta dos dados foi realizada nos meses de Maio de 2024 à Janeiro de 2025. A amostra, composta por profissionais da equipe multiprofissional de Cuidados Paliativos, foi realizada por conveniência, a partir do contato prévio da pesquisadora com a equipe. Como instrumento de coleta de dados foi aplicado um formulário de pesquisa, composto por um questionário sociodemográfico e um roteiro de entrevista semi-estruturada. Essas entrevistas foram gravadas, transcritas e, posteriormente, realizada a Análise de Conteúdo proposta por Bardin, a partir da análise temática. Posteriormente, foi construído o guia de orientações, tendo sido realizado em cinco etapas a partir do modelo ADDIE, sendo elas: Análise, Design, Desenvolvimento, Implementação e Avaliação. Essa pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética do IMIP, sob número 77807224.0.0000.5201 do CAAE, bem como todos os participantes assinaram o TCLE (Termo de Consentimento Livre e Esclarecido). Resultados: Foram desenvolvidos três produtos: 1. Produção bibliográfica (artigo científico); 2. Guia de orientações como produto técnico; 3. Artigo do PIBIC fruto dos dados da Dissertação. Durante o estudo foram entrevistados 11 profissionais da equipe multiprofissional de Cuidados Paliativos com a média de idade de 37 anos. Em relação ao gênero, o feminino prevaleceu totalizando 8 participantes. Em relação à caracterização da formação profissional&#xD;
dos entrevistados, eram 6 técnicas/os de enfermagem, 1 Psicológo(a); 1 Fisioterapeuta; 1 Médico(a) e 2 Enfermeiras(os). Verificou-se, além disso, que por mais que 8 dos profissionais afirmem trabalhar no contexto paliativo há mais de cinco anos, apenas 3 tinham alguma especialização formal na área. Discussão: A análise revelou quatro categorias temáticas: (1) Compreensão dos profissionais acerca do luto e suas facetas - observou-se que os participantes transitaram entre compreensões tradicionais do luto e visões mais ampliadas, que reconhecem o luto como processo subjetivo e singular, presente também em perdas simbólicas e existenciais; (2) Identificação do luto não reconhecido e limitação na percepção da perda - revelou que, mesmo sem familiaridade conceitual com o termo, os profissionais expressaram em suas narrativas experiências típicas do luto não reconhecido. Percebe-se um silenciamento emocional seja pelo próprio indivíduo, pelo contexto social e institucional (3) Impactos emocionais da exposição às perdas diárias e construção de vínculo - emergem sinais de desgaste físico, sofrimento psíquico e sentimentos como tristeza, irritação e exaustão. Tais reações são intensificadas quando há vínculo afetivo com os pacientes, o que torna o luto profissional mais denso e pouco elaborado; (4) Estratégias de enfrentamento no contexto do luto profissional - evidencia que os profissionais utilizam múltiplas formas de coping: espirituais, relacionais, corporais e defensivos. Embora práticas individuais sejam importantes para a sustentação do trabalho, os profissionais também destacam a necessidade de suporte coletivo. Conclusão: Este estudo evidencia que o luto vivido por profissionais de Cuidados Paliativos é real, recorrente e, muitas vezes, silenciado. As perdas diárias, o envolvimento afetivo com pacientes e a ausência de reconhecimento institucional produzem um sofrimento que não encontra lugar legítimo de expressão. Os achados reforçam a necessidade urgente de políticas e práticas institucionais que acolham a dor dos profissionais, oferecendo espaços de escuta, cuidado e elaboração. Reconhecer o luto do trabalhador da saúde não é apenas uma questão de bem-estar individual, mas uma condição ética para a sustentação do cuidado integral no contexto dos Cuidados Paliativos.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1212">
    <title>Escores para predição de mortalidade e complicações pós-operatórias em cirurgia cardíaca: validação e aplicabilidade</title>
    <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1212</link>
    <description>Title: Escores para predição de mortalidade e complicações pós-operatórias em cirurgia cardíaca: validação e aplicabilidade
Authors: Abreu, Diego Fernandes de
Abstract: Introdução: As doenças cardiovasculares representam importante causa de morbimortalidade, e a cirurgia cardíaca constitui modalidade terapêutica essencial para diversas condições. A estratificação de risco pré-operatória auxilia a tomada de decisão clínica, sendo amplamente utilizados escores como o EuroSCORE II, o ACEF e o InsCor. Entretanto, modelos desenvolvidos em populações distintas podem apresentar desempenho variável quando aplicados a contextos epidemiológicos diferentes. Objetivos: Avaliar a aplicabilidade do EuroSCORE II, do ACEF e do InsCor na predição de mortalidade intra-hospitalar, complicações pós-operatórias e utilização de recursos avançados na UTI em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca em um hospital terciário do Nordeste brasileiro. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo realizado no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP), entre janeiro de 2022 e abril de 2024. Foram incluídos 766 pacientes adultos submetidos a cirurgias de revascularização do miocárdio, valvares ou combinadas. O desfecho primário foi mortalidade intra-hospitalar em até 30 dias. Os desfechos secundários incluíram morbimortalidade, complicações pós-operatórias maiores e utilização de recursos avançados na UTI. O desempenho dos escores foi avaliado por discriminação, utilizando a área sob a curva ROC (AUC), e por calibração, utilizando o teste de Hosmer-Lemeshow. Resultados: A população apresentou idade média de 57 ± 12,31 anos, predomínio do sexo masculino (62,7%) e elevada proporção de procedimentos em caráter de urgência (52,3%). A doença valvar reumática esteve presente em 18,7% dos pacientes. A mortalidade intra-hospitalar em 30 dias foi de 7,0%, enquanto morbimortalidade, complicações pós-operatórias maiores e utilização de recursos avançados na UTI ocorreram em 62,4%, 60,0% e 14,1% dos casos, respectivamente. Para mortalidade, o InsCor apresentou discriminação aceitável (AUC 0,707; IC95%: 0,640–0,775), enquanto o EuroSCORE II (AUC 0,688; IC95%: 0,617–0,759) e o ACEF (AUC 0,620; IC95%: 0,535–0,704) apresentaram desempenho fraco. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os escores pelo teste de DeLong. Para os desfechos secundários, o desempenho foi predominantemente fraco em todos os modelos, com exceção do EuroSCORE II para predição de utilização de recursos avançados na UTI (AUC 0,708; IC95%: 0,651–0,765). O EuroSCORE II demonstrou calibração inadequada e subestimação sistemática da mortalidade observada, com razão observado/esperado de 3,14 (IC95%: 2,39–4,12). Conclusão: O EuroSCORE II, o InsCor e o ACEF apresentam capacidade discriminatória modesta nesta população, mas podem ser utilizados como ferramentas auxiliares para estratificação de risco relativo e triagem pré-operatória, incluindo até mesmo predição de utilização de recursos na UTI. A calibração inadequada e subestimação sistemática observada reforça a necessidade de validação contínua e recalibração local, além do desenvolvimento de modelos de predição representativos da heterogeneidade epidemiológica do Brasil.</description>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1208">
    <title>Manejo de pacientes com eclâmpsia: guia prático</title>
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    <description>Title: Manejo de pacientes com eclâmpsia: guia prático
Authors: Corrêa, Thaís de Albuquerque</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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