<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Community: Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do IMIP.</title>
    <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/3</link>
    <description>Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do IMIP.</description>
    <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:51:57 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-17T18:51:57Z</dc:date>
    <item>
      <title>Efeito do estrogênio tópico no epitélio vaginal de pacientes com câncer de colo de útero tratadas com radioterapia: ensaio clínico piloto randomizado e duplamente mascarado</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1191</link>
      <description>Title: Efeito do estrogênio tópico no epitélio vaginal de pacientes com câncer de colo de útero tratadas com radioterapia: ensaio clínico piloto randomizado e duplamente mascarado
Authors: Ramalho, Nathalia Moreira
Abstract: Introdução: o câncer de colo do útero permanece como um importante problema de saúde pública mundial, especialmente em países de baixa e média renda como o Brasil, onde ocupa a terceira colocação entre as neoplasias malignas nas mulheres, excluída a neoplasia de pele não melanoma. Para pacientes com doença localmente avançada, o tratamento padrão consiste em radioterapia externa associada a quimioterapia, seguido de braquiterapia. Apesar do aumento da sobrevida, muitas sobreviventes apresentam efeitos adversos tardios decorrentes da radioterapia pélvica, incluindo alterações vaginais crônicas como atrofia, estenose vaginal, diminuição da lubrificação, dispareunia e disfunção sexual. Essas alterações podem impactar negativamente a qualidade de vida, a saúde sexual e a realização do exame ginecológico de seguimento. O uso de estrogênio tópico vaginal tem sido proposto como estratégia para promover regeneração epitelial e melhora dos sintomas relacionados à saúde vaginal após radioterapia, entretanto, as evidências disponíveis ainda são limitadas, particularmente em estudos clínicos randomizados. Objetivos: avaliar o efeito do uso de estrogênio tópico vaginal sobre o epitélio vaginal e a qualidade de vida com foco na função sexual de pacientes submetidas à radioterapia para tratamento do câncer de colo uterino. Métodos: foi realizado um ensaio clínico piloto, randomizado, duplamente mascarado e controlado por placebo, conduzido em um centro terciário de referência em oncologia no Nordeste do Brasil. Foram incluídas mulheres entre 18 e 55 anos com diagnóstico histológico de câncer de colo uterino que haviam concluído radioterapia definitiva, incluindo radioterapia externa e braquiterapia, associada ou não à quimioterapia concomitante. As participantes foram randomizadas na proporção 1:1 para receber creme vaginal contendo estriol ou creme placebo durante seis meses. As avaliações foram realizadas na inclusão, três meses e seis meses após o início da intervenção. O desfecho primário foi o grau de maturação histológica do epitélio vaginal avaliado por biópsia. Os desfechos secundários incluíram dor durante o exame ginecológico avaliada pela escala visual analógica, atrofia vaginal clínica, qualidade de vida avaliada pelos questionários EORTC QLQ-C30 e QLQ-CX24 e função sexual avaliada pelo Female Sexual Function Index (FSFI). Resultados: sessenta pacientes foram incluídas no estudo, sendo 30 alocadas no grupo estriol e 30 no grupo placebo. Ambos os grupos apresentaram melhora progressiva na maturação histológica do epitélio vaginal ao longo do acompanhamento, sem diferenças estatisticamente significativas entre os grupos ao final de seis meses. Observou-se também melhora da dor durante o exame ginecológico e da atrofia vaginal clínica em ambos os grupos. Em relação à função sexual, o grupo estriol apresentou melhora significativa intragrupo em diversos domínios do FSFI, incluindo desejo, excitação, lubrificação, orgasmo, dor e escore total. Entretanto, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas nas comparações intergrupo. Ao final de seis meses, 74,1% das participantes do grupo estriol e 81,5% do grupo placebo apresentaram disfunção sexual de acordo com o FSFI. Conclusões: o uso de estrogênio tópico vaginal após radioterapia para câncer de colo uterino não resultou em melhora significativa da maturação histológica do epitélio vaginal quando comparado ao placebo. Contudo, foram observadas melhorias em domínios da função sexual entre as pacientes que utilizaram estriol. Esses achados sugerem que a recuperação vaginal após radioterapia é multifatorial e reforçam a importância de estratégias multidisciplinares voltadas à saúde sexual e à qualidade de vida das sobreviventes de câncer de colo uterino.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1191</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Roteiro de vídeo educativo: nutrição em crianças e adolescentes com encefalopatia crônica não progressiva</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1188</link>
      <description>Title: Roteiro de vídeo educativo: nutrição em crianças e adolescentes com encefalopatia crônica não progressiva
Authors: Paiva, Adauto Cezar Melo</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1188</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Desenvolvimento e validação de curso em saúde musculoesquelética no sobrevivente ao câncer para profissionais de saúde da rede de atenção oncológica na modalidade de ensino digital síncrono e assíncrono</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1187</link>
      <description>Title: Desenvolvimento e validação de curso em saúde musculoesquelética no sobrevivente ao câncer para profissionais de saúde da rede de atenção oncológica na modalidade de ensino digital síncrono e assíncrono
Authors: Alencar, Victória Rodrigues Granja</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1187</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Desenvolvimento e validação de curso em saúde musculoesquelética no sobrevivente ao câncer para profissionais de saúde da rede de atenção oncológica na modalidade de ensino digital síncrono e assíncrono</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1186</link>
      <description>Title: Desenvolvimento e validação de curso em saúde musculoesquelética no sobrevivente ao câncer para profissionais de saúde da rede de atenção oncológica na modalidade de ensino digital síncrono e assíncrono
Authors: Alencar, Victória Rodrigues Granja
Abstract: Introdução: O avanço no diagnóstico e tratamento oncológico tem proporcionado maior sobrevida, resultando em um contingente crescente de sobreviventes ao câncer que apresentam demandas específicas de cuidado em saúde. Entre as principais condições estão a sarcopenia, a obesidade sarcopênica e a osteoporose, distúrbios musculoesqueléticos que comprometem a funcionalidade, a qualidade de vida e estão associados ao aumento da morbimortalidade. Apesar da importância clínica, essas condições permanecem frequentemente subdiagnosticadas e subtratadas, em parte pela falta de capacitação específica dos profissionais e pelas barreiras de acesso à educação. O ensino digital surge como estratégia para ampliar a qualificação profissional, com conteúdos atualizados e baseados em evidências, superando limitações geográficas e de tempo. Objetivo: Desenvolver e validar o conteúdo de um curso de ensino digital em saúde musculoesquelética para profissionais da rede de atenção oncológica, com ênfase em sarcopenia, obesidade sarcopênica e osteoporose em sobreviventes ao câncer. Métodos: Estudo metodológico de desenvolvimento e validação de produto educacional, fundamentado no modelo ADDIE (Análise, Desenho, Desenvolvimento, Implementação e Avaliação), contemplando as três primeiras etapas. A seleção dos juízes especialistas foi realizada por intenção, segundo critérios adaptados do modelo de Fehring, incluindo titulação acadêmica, produção científica e experiência profissional, sendo elegíveis apenas aqueles com pontuação mínima de 5. O processo de validação ocorreu em duas etapas: (1) análise do plano de ensino, com nove juízes; (2) análise da ementa educacional, com seis juízes. Os dados foram coletados por formulário estruturado em escala Likert de cinco pontos, permitindo o cálculo do Índice de Validação de Conteúdo Educacional (IVCE), além de sugestões qualitativas. Adotaram-se os pontos de corte de 0,78 para IVCE por item e 0,80 para o IVCE geral. Resultados: Na primeira etapa, o plano de ensino obteve S-IVCE de 0,90, com variação entre 0,78 e 1,00 nos itens avaliados. Os aspectos de layout e usabilidade apresentaram índices inferiores a 0,80, sendo identificados como prioritários para ajuste. Entre as recomendações destacaram-se maior clareza na sequência dos módulos, ampliação dos recursos didáticos (vídeos, podcasts, mapas mentais), detalhamento dos objetivos específicos e inclusão de temas complementares, como inflamação crônica, imunossenescência, farmacoterapia e impacto psicológico da sarcopenia. As sugestões foram incorporadas, resultando na ementa educacional. Na segunda etapa, a ementa obteve S-IVCE de 1,00, evidenciando concordância absoluta quanto à clareza, relevância, organização e aplicabilidade. Conclusão: O curso de ensino digital em saúde musculoesquelética para sobreviventes ao câncer foi desenvolvido e validado quanto ao conteúdo com rigor metodológico, utilizando o IVCE e os critérios do modelo de Fehring. O produto final reúne estratégias multimodais, como videoaulas, podcasts, estudos de caso, quizzes interativos, mapas mentais e fóruns de discussão, contemplando diferentes estilos de aprendizagem e favorecendo uma prática clínica baseada em evidências, crítica e centrada no paciente.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1186</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

