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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/313</link>
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    <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:07:27 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-18T11:07:27Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do perfil epidemiológico da infertilidade em mulheres entre 18-35 anos em um hospital escola de Pernambuco</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1215</link>
      <description>Title: Avaliação do perfil epidemiológico da infertilidade em mulheres entre 18-35 anos em um hospital escola de Pernambuco
Authors: Silva, Jéssica Emmely Santos da; Tabosa, Gabriela Espósito; Silva, Gustavo Josivaldo da; Mariz, Ingred Letícia Florentino; Costa, Aurélio Antônio Ribeiro da; Leite, Thayná Rezende
Abstract: Introdução: a infertilidade, definida como insucesso na fecundação após 12 meses de atividade sexual regular sem uso de contraceptivos ou como incapacidade individual de reprodução, envolve fatores genéticos, fisiológicos, ambientais e comportamentais. Atualmente sabe-se que esta condição usualmente associada às mulheres, principalmente após os 35 anos de idade - momento em que se inicia o declínio da função ovariana -, está relacionada à saúde reprodutiva masculina e feminina, onde hábitos de vida, condições socioeconômicas e fatores psicológicos correlacionam-se com sua desenvoltura. Objetivos: traçar o perfil epidemiológico da infertilidade em mulheres entre 18-35 anos atendidas em um hospital de referência de Pernambuco, analisando fatores associados ao declínio precoce na função reprodutiva feminina e masculina. Métodos: estudo descritivo, de corte transversal e caráter quantitativo, por análise de prontuários de mulheres entre 18-35 anos atendidas no serviço de Ginecologia e Obstetrícia do hospital escola Instituto de Medicina Integral Fernando Figueira (IMIP), em ambulatório especializado em infertilidade. Resultados: a epidemiologia evidenciada dentre a amostra pesquisada apresenta 40% das pacientes diagnosticadas com infertilidade primária, 60% com infertilidade secundária, 39,5% possuem comorbidades gerais, 75% possuem comorbidades ginecológicas e 13% dos casais apresentam fator masculino associado. Conclusões: os resultados trazidos nesta pesquisa levantam dados epidemiológicos importantes, com mapeamento de condições clínicas que podem ser evidenciadas em mulheres inférteis em idade atípica. Esses dados trazem elucidação acerca das principais condições associadas à infertilidade precoce em grupo epidemiológico analisado, assim mulheres em pesquisa desta condição podem se beneficiar com investigações mais direcionadas e intervenções precoces acerca dos principais fatores associados à infertilidade em sua faixa etária.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1215</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do conhecimento sobre acidente vascular cerebral entre os estudantes de medicina: um estudo transversal</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1214</link>
      <description>Title: Avaliação do conhecimento sobre acidente vascular cerebral entre os estudantes de medicina: um estudo transversal
Authors: Sousa, Jean Davison da Silva; Fonseca, Letícia Gomes; Lucena, Rodrigo Gonçalves de; Magalhães, João Eudes
Abstract: Objetivo: Avaliar o grau de conhecimento sobre o Acidente Vascular Cerebral, abrangendo&#xD;
prevenção, promoção, diagnóstico e manejo, entre estudantes de Medicina de uma faculdade&#xD;
privada de Pernambuco. Também buscou-se descrever o perfil dos participantes, identificar a&#xD;
inserção do tema no curso, diagnosticar o nível de conhecimento e comparar os resultados&#xD;
entre alunos do primeiro e do último ano da graduação. Metodologia: Estudo transversal,&#xD;
conduzido entre maio e julho de 2025 com estudantes do primeiro e último ano do curso de&#xD;
Medicina. Foram incluídos &gt; 18 anos, regularmente matriculados, que nunca participaram de&#xD;
grupos de pesquisa sobre AVC. Os dados foram obtidos por questionário, abordando&#xD;
informações sociodemográficas, percepção e conhecimento sobre prevenção, diagnóstico e&#xD;
tratamento. A análise utilizou estatística descritiva, Qui-quadrado de Pearson e U de&#xD;
Mann-Whitney (p&lt;0,05). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da FPS (nº do parecer:&#xD;
7.588.644). Resultados: Observou-se evolução significativa entre os grupos com mediana de&#xD;
5 acertos no 1º ano e 9 no 6º ano. Apenas 40% consideraram o ensino recebido suficiente.&#xD;
Lacunas identificadas, sobretudo em profilaxia medicamentosa, diagnóstico e manejo.&#xD;
Conclusão: A pesquisa confirma que o conhecimento dos estudantes sobre AVC cresce ao&#xD;
longo do curso, mas permanece limitado, indicando necessidade de melhorias curriculares&#xD;
para maior preparo dos futuros médicos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O desafio da comunicação de más notícias para jovens de 15 a 29 anos diagnosticados com o vírus da imunodeficiência humana em centros de testagem e aconselhamento de Pernambuco</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1206</link>
      <description>Title: O desafio da comunicação de más notícias para jovens de 15 a 29 anos diagnosticados com o vírus da imunodeficiência humana em centros de testagem e aconselhamento de Pernambuco
Authors: Lima, Isabelly Costa de; Lima, Paula Vitória Tabosa de; Cavalcanti, Ana Carolina Tavares; Lacerda, Paula Conceição Lapa; Santos, Pedro Paulo Procópio de Oliveira; Lorena, Suélem Barros de; Lima, Kledoaldo Oliveira de
Abstract: Introdução: A juvenização da epidemia do vírus da imunodeficiência humana (HIV) &#xD;
representa uma marcante mudança nos padrões demográficos da infecção pelo HIV. A &#xD;
juventude, marcada por um período de descobertas e construção da identidade, torna a &#xD;
comunicação do diagnóstico de HIV uma experiência singular. Questões de estigma, medo do &#xD;
julgamento social e a adaptação a uma nova realidade de saúde permeiam esse processo, &#xD;
destacando a necessidade premente de abordagens que não apenas informem, mas também &#xD;
acolham e guiem. A forma como os diagnósticos são comunicados não apenas influencia a &#xD;
compreensão clínica, mas também molda as percepções, emoções e o processo de tomada de &#xD;
decisões dos pacientes. A compreensão dos desafios enfrentados pelos profissionais de saúde &#xD;
responsáveis por esse diagnóstico a jovens adultos, orienta esforços para aprimorar as práticas &#xD;
de comunicação, visando um suporte mais integral e centrado no paciente. Objetivo: &#xD;
Compreender os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde vinculados a Centros de &#xD;
Testagem e Aconselhamento (CTA) de Pernambuco na comunicação do diagnóstico da &#xD;
infecção pelo HIV em jovens de 15 a 29 anos. Métodos: Estudo de corte transversal realizado &#xD;
em cinco CTAs do estado de Pernambuco, com 18 profissionais de saúde atuantes na &#xD;
comunicação do diagnóstico de HIV. Foram coletados dados quantitativos por meio de &#xD;
questionário online sobre características sociodemográficas, experiência, treinamentos, &#xD;
protocolos, avaliação pós-comunicação e recursos de apoio. As respostas abertas foram &#xD;
analisadas qualitativamente segundo a metodologia de Minayo, com categorização temática. A &#xD;
associação entre variáveis quantitativas foi testada pelo quiquadrado de Pearson, considerando &#xD;
significância de 5%. Demais resultados quantitativos foram analisados por meio do software &#xD;
Epi Info (versão 7) e software Jamovi (versão 2.7.6). Resultados: Participaram 18 profissionais &#xD;
de saúde, em sua maioria mulheres, predominando enfermeiros e psicólogos. A maioria da &#xD;
amostra (55,6%) possuía mais de 10 anos de experiência, porém, 39% nunca haviam recebido &#xD;
treinamento específico para comunicar o diagnóstico pela infecção do HIV a jovens. A &#xD;
comunicação era realizada frequentemente por 50% dos participantes, sobretudo entre os mais &#xD;
experientes. Quanto aos protocolos institucionais, 38,9% relataram inexistência e apenas 22,2% &#xD;
mencionaram protocolos estruturados. A avaliação da qualidade da comunicação e da &#xD;
compreensão pós-diagnóstico mostrou-se pouco sistematizada, restrita a métodos informais em &#xD;
66,7% dos casos. O principal recurso de apoio disponível foi o aconselhamento psicológico, no &#xD;
entanto, 61,1% reforçaram sua insuficiência. O compartilhamento de boas práticas foi &#xD;
mencionado entre 88,8% dos profissionais, mas de forma pouco estruturada. O estigma foi o desafio mais citado (94,4%), seguido por barreiras linguísticas. A análise qualitativa reforçou a &#xD;
relevância do suporte social, da atuação multiprofissional e da implementação de estratégias de &#xD;
comunicação acolhedora, evidenciando lacunas na avaliação pós-comunicação e na &#xD;
sistematização de práticas. Conclusão: A comunicação do diagnóstico de HIV a jovens nos &#xD;
CTAs de Pernambuco apresenta avanços, como a experiência consolidada dos profissionais e o &#xD;
reconhecimento do suporte social, mas ainda enfrenta fragilidades estruturais e organizacionais. &#xD;
A adoção de protocolos institucionais, capacitação contínua e fortalecimento da rede de apoio &#xD;
são medidas essenciais para uma comunicação mais acolhedora e efetiva, contribuindo para &#xD;
redução do estigma, maior adesão ao tratamento e melhora na qualidade de vida dos jovens.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1206</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Associação entre polifarmácia e nível de atividade física medido objetivamente em idosos com doenças crônicas: um estudo transversal</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1205</link>
      <description>Title: Associação entre polifarmácia e nível de atividade física medido objetivamente em idosos com doenças crônicas: um estudo transversal
Authors: Santos, Isabela Beatriz dos Santos; Almeida, Ian Gabriel; Brito, Natália da Costa; Germano-Soares, Antonio Henrique
Abstract: Introdução: A polifarmácia, definida como o uso de cinco ou mais medicações, é uma&#xD;
condição prevalente em idosos com doenças crônicas e pode estar associada a menores&#xD;
níveis de atividade física. Contudo, a maior parte dos estudos utiliza medidas&#xD;
autorrelatadas.&#xD;
Objetivo: Analisar a associação entre polifarmácia e níveis de atividade física,&#xD;
mensurados objetivamente por acelerômetro, em idosos com doenças crônicas.&#xD;
Métodos: Trata-se de um estudo transversal, que incluiu idosos de ambos os sexos, com&#xD;
doenças crônicas. A polifarmácia foi definida como o uso regular de ≥5 medicamentos&#xD;
nos últimos 3 meses. A atividade física foi medida por acelerômetro triaxial (Actigraph&#xD;
wGT3X+), sendo analisado o tempo médio diário em atividade física moderada a&#xD;
vigorosa (AFMV). Modelos de regressão linear simples e múltipla testaram a&#xD;
associação entre polifarmácia e AFMV, ajustando por sexo, idade e índice de massa&#xD;
corporal (IMC). O nível de significância foi p &lt; 0,05.&#xD;
Resultados: Participaram 269 idosos (idade média: 69 ± 7 anos; IMC médio: 28,6 ±&#xD;
5,0). A prevalência de polifarmácia foi de 25,4% e indivíduos com polifarmácia&#xD;
apresentaram menor tempo em AFMV em comparação aos sem polifarmácia (8,7±9,4&#xD;
vs. 15,4±15,6 min/dia; p&lt;0,05). Essa associação permaneceu estatisticamente&#xD;
significativa mesmo após ajustes pelas covariáveis (B = −5,4 min/dia; IC95%: −9,3 a&#xD;
−1,6 min/dia; p = 0,005).&#xD;
Conclusão: A presença de polifarmácia foi associada a menores níveis de AFMV em&#xD;
idosos com doenças crônicas. Esses achados reforçam a necessidade de considerar a&#xD;
polifarmácia na avaliação da capacidade funcional e na promoção da atividade física em&#xD;
idosos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1205</guid>
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