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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/57</link>
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    <pubDate>Thu, 14 May 2026 03:10:39 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-14T03:10:39Z</dc:date>
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      <title>Fatores associados com desfecho materno adverso em gestantes admitidas na unidade de gravidez de alto risco de uma maternidadeescola do nordeste do Brasil: estudo de coorte.</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1184</link>
      <description>Title: Fatores associados com desfecho materno adverso em gestantes admitidas na unidade de gravidez de alto risco de uma maternidadeescola do nordeste do Brasil: estudo de coorte.
Authors: Oliveira, Thaise Villarim
Abstract: Cenário: a morte materna constitui grave problema de saúde pública no Brasil e no&#xD;
mundo. As gestantes com complicações da gravidez apresentam maior probabilidade de&#xD;
evolução desfavorável, sendo desde a gravidez classificadas como de alto risco, passando&#xD;
pelos casos de near-miss, e em último nível de gravidade, a ocorrência do óbito materno.&#xD;
Objetivos: avaliar os desfechos maternos em gestantes admitidas na Unidade de Gravidez&#xD;
de Alto Risco de uma Maternidade-Escola do Nordeste do Brasil e determinar os fatores&#xD;
associados com desfecho materno adverso (DMA). Métodos: foi realizado um estudo&#xD;
observacional prospectivo do tipo coorte. No período de dezembro de 2019 a dezembro&#xD;
de 2020 foi obtida uma amostra não probabilística, consecutiva, de todas as pacientes&#xD;
obstétricas admitidas no setor de Alto Risco do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida&#xD;
(ISEA), localizado na cidade de Campina Grande-Paraíba (PB), sendo excluídas as&#xD;
pacientes que foram a óbito no momento na admissão e as que não tiveram condições de&#xD;
concordar em participar da pesquisa. Foi utilizado um questionário padronizado, criado&#xD;
para o estudo. Foram avaliadas variáveis biológicas, sócio demográficas, obstétricas, de&#xD;
assistência pré-natal e os desfechos maternos. A análise estatística foi realizada pela&#xD;
pesquisadora e suas orientadoras utilizando os programas estatísticos Epi Info 7.2.5 e&#xD;
Medcalc versão 20.109. Aspectos éticos: este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética&#xD;
em Pesquisa local (CAAE 28605319.5.0000.5182). A obtenção de dados se deu a partir&#xD;
de consulta apenas dos prontuários e as informações pessoais das pacientes são&#xD;
confidenciais, portanto, não serão divulgados quaisquer dados que possam expor as&#xD;
pacientes individualmente. A coleta de dados somente foi iniciada após assinatura do&#xD;
termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) pela participante da pesquisa, ou&#xD;
termo de assentimento livre e esclarecido (TALE), quando a participante for menor de&#xD;
idade, junto com o TCLE assinado por seu responsável. Resultados: a frequência de&#xD;
desfecho materno adverso foi de 6,1% (30 pacientes, sendo 23 near miss e sete óbitos&#xD;
maternos). Verificou-se associação estatisticamente significante entre desfecho materno&#xD;
adverso e hemorragias da segunda metade da gravidez (RR = 3,85; IC = 1,49 – 9,92; p =&#xD;
0,02*), doenças clínicas maternas (RR = 2,79; IC = 1,36 – 5,73; p = 0,01*) e outros&#xD;
diagnósticos maternos. Conclusão: verificou-se uma frequência de desfecho materno&#xD;
adverso de 6,1% e os fatores que persistiram significativamente associados ao desfecho&#xD;
materno adverso foram as hemorragias da segunda metade da gravidez, as doenças&#xD;
clínicas maternas e outros diagnósticos maternos. Especial ênfase deve ser dada às&#xD;
12 pacientes com condições clínicas e obstétricas associadas a risco aumentado de near miss&#xD;
e morte materna com o objetivo de minimizar os danos e prevenir morte materna e estudos&#xD;
futuros devem ser conduzidos com o objetivo de aprofundar o conhecimento de fatores&#xD;
associados e medidas preventivas para o desfecho materno adverso.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1184</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ventilação com pressão positiva intermitente nasal como terapia de resgate em prematuros de muito baixo peso com síndrome do desconforto respiratório</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1176</link>
      <description>Title: Ventilação com pressão positiva intermitente nasal como terapia de resgate em prematuros de muito baixo peso com síndrome do desconforto respiratório
Authors: Ishigami, Ana Catarina Matos
Abstract: Introdução: As doenças respiratórias representam uma significativa morbidade neonatal, sendo também importante causa de mortalidade. A ventilação mecânica (VM) tem suas indicações já estabelecidas, entretanto seu uso está associado a piores desfechos neonatais, especialmente em relação a displasia broncopulmonar. Na tentativa de minimizar os efeitos nocivos da VM, suportes ventilatórios não invasivos tem sido desenvolvidos, como a utilização da pressão contínua nasal nas vias aéreas (NCPAP) e a ventilação com pressão positiva intermitente nasal (NIPPV). Vários estudos demonstram vantagens da NIPPV em relação ao NCPAP em situações como pós extubação traqueal e como suporte ventilatório inicial em prematuros com Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR). Entretanto, faltam pesquisas que avaliem a prática de NIPPV nos casos de falha de NCPAP, ou seja, como terapia de resgate. A NIPPV resgate caracteriza uma quebra de paradigma na indicação de intubação traqueal, podendo oferecer uma alternativa de suporte ventilatório menos invasivo e mais segura para os pacientes. Objetivo: Avaliar se o uso de NIPPV como terapia de resgate na falha do NCPAP inicial reduz a necessidade de VM em prematuros de muito baixo peso com síndrome do desconforto respiratório (SDR). Método: Coorte retrospectiva através de banco de dados, envolvendo prematuros com peso menor que 1500g, com SDR, nascidos entre janeiro de 2016 e dezembro de 2019. Foram incluídos aqueles que após falha do NCPAP, como suporte ventilatório inicial, foram submetidos a NIPPV resgate nas primeiras 120 horas de vida. Após início da NIPPV, os pacientes foram acompanhados durante período de 72 horas e classificados em sucesso (sem necessidade de VM) e falha (necessidade de intubação e VM). Resultados: Dos 156 prematuros, 85 (54,5%) tiveram sucesso e 71 (45,5%) falharam com o uso da NIPPV resgate. O grupo NIPPV falha apresentou menor idade gestacional e peso ao nascimento, maior score SNAPPE II e maior necessidade de surfactante pulmonar (p&lt;0,05). No grupo NIPPV sucesso foram evidenciados significativamente menor incidência de displasia broncopulmonar (11,4% x 34%), hemorragia peri-intraventricular (18,8% x 39%), persistência do canal arterial (37,6% x 63,4%), dias de oxigenioterapia (13,4 x 23,2) e maior sobrevida e sobrevida sem morbidades. Os prematuros que falharam à NIPPV resgate apresentaram falha mais precoce ao NCPAP inicial (p=0,09), quando comparados aos do grupo sucesso. No modelo final da regressão logística, as variáveis que permaneceram significativas para falha de NIPPV foram peso ao nascimento menor ou igual a 1000g e necessidade de surfactante pulmonar. Conclusão: A NIPPV resgate diminuiu a necessidade de ventilação mecânica invasiva e morbidades associadas em recém-nascidos que falharam a NCPAP inicial.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Associação entre disfunções sexuais femininas e o uso de métodos contraceptivos: inquérito online no Brasil</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1170</link>
      <description>Title: Associação entre disfunções sexuais femininas e o uso de métodos contraceptivos: inquérito online no Brasil
Authors: Bezerra, Giorgi Bella Varga Nobre</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1170</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Complicações clínicas e obstétricas em gestantes e puérperas com Covid-19 internadas em unidades de referência do nordeste do Brasil: um estudo de coorte</title>
      <link>http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1162</link>
      <description>Title: Complicações clínicas e obstétricas em gestantes e puérperas com Covid-19 internadas em unidades de referência do nordeste do Brasil: um estudo de coorte
Authors: Menezes, Suélem Taís Clementino Ribeiro de</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://higia.imip.org.br/handle/123456789/1162</guid>
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