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dc.contributor.authorFerreira, Anna Paula Aca-
dc.date.accessioned2019-07-30T12:36:11Z-
dc.date.available2019-07-30T12:36:11Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.urihttp://higia.imip.org.br/handle/123456789/122-
dc.description.abstractCenário: A distribuição da gordura abdominal nos recém-nascidos (RN) ainda não é bem conhecida e pode estar associada com doenças crônicas na vida adulta. Além disso, evidências apontam que condições adversas na vida intra-uterina propiciam o acúmulo de gordura visceral, como uma tentativa de preservação de energia para a sobrevivência. Sabe-se que o aumento de tecido adiposo visceral está associado com a resistência à insulina e dislipidemia, tanto em adultos como em crianças, no entanto, essa correlação não foi avaliada em RN. Objetivo:Correlacionar a espessura da adiposidade abdominal (subcutânea e visceral) com o peso, comprimento, perímetro abdominal e as concentrações das lipoproteínas, glicose e insulina dos RN a termo. Método: Estudo de corte transversal, descritivo com componente analítico, realizado no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) de novembro 2012 a agosto de 2013. Foram estudados 99 RN entre 7 e 28 dias de vida, a termo e escore de Apgar &#8805; 7 no quinto minuto de vida. Foram afastados previamente os RN com malformações congênitas e filhos de mães diabéticas ou com pré-eclâmpsia, e as gestantes com complicações graves do puerpério. A mensuração da espessura das adiposidades subcutânea e visceral foi realizada através da ultrassonografia abdominal. As medidas antropométricas de peso, comprimento e perímetro abdominal, foram adquiridas, respectivamente, através de uma balança digital modelo Welmy para bebê até 15kg, infantômetro horizontal de madeira e fita métrica. Para as análises bioquímicas foram adotados os seguintes métodos: hexoquinase/g-6-pdh (glicemia), eletroquimioluminescência (insulinemia), automação enzimática chod-pod (colesterol total), automação enzimática colorimétrico homogêneo (colesterol HDL e colesterol LDL), automação enzimática gpo-pod (triglicerídeos). Os dados foram analisados pelo programa estatístico Stata 12.1, sendo calculados os coeficientes de correlação de Pearson entre as adiposidades visceral e cutânea do RN com o seu peso, comprimento, perímetro abdominal e níveis séricos do colesterol e frações (HDL, LDL e VLDL), triglicerídeos, glicemia e insulinemia. Foi adotado o nível de significância de 5 % e todos os valores de p foram bicaudados. Resultados: Não houve correlação entre as espessuras subcutânea e visceral com o colesterol total, HDL-colesterol, LDL-colesterol, VLDL-colesterol, glicose e insulina. Foi encontrada uma correlação positiva entre a espessura de gordura subcutânea e o peso ( r = 0.31; p<0,001) e uma correlação entre a gordura visceral e o perímetro abdominal (r=0.26; p= 0.009). A espessura de gordura visceral apresentou correlação positiva com o perímetro abdominal (r =0.23; p=0.010). Conclusões: Não foi observada uma correlação da espessura das adiposidades visceral e subcutânea com perfil das lipoproteínas, glicose e insulina nos RN. Quanto ao perfil antropométrico, os achados indicam que a gordura subcutânea está correlacionada com o do peso e do perímetro abdominal e a espessura da gordura visceral correlaciona-se com o perímetro abdominal. Novos estudos com outros desenhos se fazem necessários para confirmar esses achados e seus possíveis efeitos ao longo da vida. Palavras-chave: tecido adiposo visceral, subcutânea, perfil lipídico, glicemia, insulinapt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTecido adiposopt_BR
dc.subjectGlicemiapt_BR
dc.subjectInsulinapt_BR
dc.titleCorrelação da espessura das adiposidades subcutânea e visceral com o perfil antropométrico e metabólico de recém-nascidos a termopt_BR
dc.higia.programMestrado em Saúde Integralpt_BR
dc.higia.tipoDissertaçãopt_BR
dc.higia.pages80 f.pt_BR
dc.higia.orientadorAlves, João Guilherme Bezerra-
dc.higia.areaEpidemiologia dos principais problemas de saúde materno infantilpt_BR
dc.higia.pesqPrevenção de doenças de adulto na infância e na adolescênciapt_BR
Aparece nas coleções:­Mestrado em Saúde Integral

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