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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorRamos, Isabelle Hsu Lee-
dc.contributor.authorDuarte, Maria do Carmo Menezes Bezerra-
dc.contributor.authorTorres, Leuridan Cavalcante-
dc.contributor.authorCavalcanti, Nara Vasconcelos-
dc.contributor.authorCarvalho, Luana Nobre de Abreu-
dc.contributor.authorCorreia, Jailson de Barros-
dc.contributor.authorMatta, Marina Cadena da-
dc.date.accessioned2019-12-04T14:21:05Z-
dc.date.available2019-12-04T14:21:05Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.urihttp://higia.imip.org.br/handle/123456789/527-
dc.description.abstractObjetivos: identificar os patógenos causadores de infecção bacteriana invasiva através de hemocultura e reação em cadeia de polimerase (PCR) em tempo real e avaliar a resposta inflamatória inata (quimiocinas séricas) de crianças internadas com pneumonia e sepse. Método: estudo prospectivo, tipo corte transversal. A coleta de dados foi realizada no período de agosto de 2012 a setembro de 2013. Foram incluídas crianças com idade maior de 29 dias a 14 anos com diagnóstico clínico de pneumonia e/ou sepse comunitária, dentro das primeiras 48 horas de internamento no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. Foram excluídas as portadoras de imunodeficiência primária ou secundária, de cardiopatias congênitas complexas, anemia falciforme e as com má-formações intra e extratorácicas. O critério de sepse seguiu as recomendações do Consenso Internacional de Sepse Pediátrica e pneumonia foi definida por critério clínico baseado na presença de febre, tosse e/ou dificuldade respiratória e taquipneia. A detecção de patógenos (Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus) foi realizada pela técnica de PCR em tempo real. A mensuração das concentrações sanguíneas de quimiocinas foi realizada pelo BDTM CBA, human chemokine kit (IL-8, IP-10, MIG, RANTES e MCP-1) através da citometria de fluxo. Foi realizada análise descritiva (distribuição de frequência, mediana e intervalo interquartil - IIQ25-75) e estatística dos dados utilizando-se testes não paramétricos (Mann Whitney U test) para comparação dos dois grupos (pneumonia e sepse). Resultados: 58 crianças foram avaliadas, sendo 17 pneumonias e 41 sepse. Quanto à identificação do patógeno, a frequência de positividade das hemoculturas foi de 1,9%. A positividade do PCR em tempo real foi de 89,7%, correspondendo a 51 casos com Streptococcus pneumoniae e um caso com Staphylococcus aureus. Em relação à associação das quimiocinas com a gravidade de doença não se observou associações significativas. Conclusão: o estudo verificou uma alta detecção de patógenos através da técnica de PCR em tempo real, em torno de 90%, em contraste da baixa taxa observada na hemocultura (1,9%) em crianças com pneumonia e/ou sepse comunitária. Não foi encontrada relação entre as quimiocinas com a gravidade da doença.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectReação em cadeia da polimerasept_BR
dc.subjectPneumoniapt_BR
dc.subjectQuimiocinaspt_BR
dc.titleReação em cadeia da polimerase e expressão de quimiocinas séricas em crianças com pneumonia e sepsept_BR
dc.higia.programPIBICpt_BR
dc.higia.tipoPesquisa PIBICpt_BR
dc.higia.orientadorDuarte, Maria do Carmo Menezes de Bezerra-
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