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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAraújo, Ana Carolina de Godoy-
dc.contributor.authorPessoa, Amanda Souza Ávila-
dc.contributor.authorAraújo, Paola Zanella de-
dc.contributor.authorTenório, Arthur Danzi Friedheim-
dc.contributor.authorMarinho, Felipe da Silva-
dc.date.accessioned2022-06-30T14:01:25Z-
dc.date.available2022-06-30T14:01:25Z-
dc.date.issued2021-
dc.identifier.urihttp://higia.imip.org.br/handle/123456789/789-
dc.description.abstractObjetivo: Analisar os fatores que influenciam na qualidade de vida de pacientes com câncer de mama submetidas à reconstrução mamária atendidas no setor de mastologia do Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) ou do Instituto de Medicina Integral de Pernambuco Prof. Fernando Figueira (IMIP). Método: Estudo transversal realizado no IMIP e no HCP, de 2020 a 2021. As pacientes, captadas no período de espera entre consultas de rotina nos setores, participaram da pesquisa mediante concordância do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), sendo aplicado questionário BREAST-Q modificado. A análise estatística foi realizada através do Software SPSS 26.0, com análise descritiva, bivariada através dos Teste de Fisher e Qui-Quadrado, análise linear simples e análise e método de Kaplan-Meier. Resultados: 100 pacientes foram incluídas no estudo, 50 de cada instituição. A média de idade foi de 56,5 ±9,5anos. A maioria (48%) se declarou parda, natural (64%) e residente (77%) da zona urbana. A maior parte (67%) realizou a reconstrução mamária imediata (RMI), mas 60,6% das pacientes idosas realizaram reconstrução mamária tardia (RMT), revelando diferenças significativas de idade (p=0,008). Ter idade <60anos, ser economicamente ativa e ter procedência de área urbana foram fatores associados à realização da RMI (p<0,001). Após a cirurgia, 85% das pacientes referiram se sentir bem ao se verem vestidas no espelho (p<0,04), contrapondo-se a apenas 26% que se sentem sexualmente atraentes despidas. Quase todas (97%) relataram bem-estar emocional às atividades diárias (p<0,001), todavia as pacientes idosas demonstraram melhor satisfação pós-cirurgia e bem-estar emocional. Conclusão: A maioria das pacientes teve uma percepção positiva do resultado da reconstrução, principalmente as idosas. Apesar de limitações relacionadas ao pós-operatório da RM evidenciadas por boa parte das pacientes, percebeu-se um impacto positivo significativo na qualidade de vida. Entretanto, houve reduzida percepção da satisfação no âmbito sexual. Essa questão deve ser melhor compreendida e pode ser associada às demais modalidades terapêuticas oncológicas realizadas e ao próprio impacto do câncer de mama. Considera-se fundamental, portanto, o acesso à realização da RM independentemente da idade, com adequado amparo psicológico dessas pacientes no pós-operatório e desenvolvimento de estratégias clínicas a fim de atenuar limitações decorrentes do procedimento.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNeoplasias da mamapt_BR
dc.subjectMastectomiapt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.titleEfeitos da reconstrução mamária na qualidade de vida de pacientes com câncer de mama: um estudo transversalpt_BR
dc.higia.programPIBICpt_BR
dc.higia.tipoPesquisa PIBICpt_BR
dc.higia.pages30 f.pt_BR
dc.higia.orientadorLima, Jurema Telles de Oliveira-
dc.higia.coorientadorMarinho, Felipe da Silva-
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